quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Águia Bicéfala



A Águia Bicéfala  é a jóia do maçom pertencente ao 33.º Grau, que a usa no colar; sobre as duas cabeças, uma coroa de ouro; as garras sustentam uma espada e dela pende uma faixa onde está a inscrição: "Deus Meumque Jus".

Segundo Kurt Prober em seu livro "História do Supremo Conselho do Grau 33 do Brasil", a origem da Águia Bicéfala como emblema dos Supremos Conselhos surgiu pela primeira vez na França em 1759 e foi usada pelo "Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente". E sua origem foi na cidade de Lagash, na poderosa e influente Samária.

No correr dos tempos passou dos "samaritanos" para o povo de Akhad, dali para os Hititas e mais tarde se tornou o emblema de alguns povos da Ásia Menor, especialmente dos Sultões de Selkujian.

Durante as Cruzadas foi trazida como símbolo para os Imperadores do Oriente e do Ocidente, cujos sucessores, foram nos últimos tempos, os Habsburgos e os Romanoffs, e em cujas moedas aparece então sistematicamente, sendo copiado pela maioria das "Cidades Livres da Europa", principalmente as alemãs.

domingo, 18 de agosto de 2013

Painel do Oriente


O Painel do Oriente, de base azul‐celeste, emoldurado de vermelho e dourado e ladeado por duas meias‐colunas de ordem jônica, fica colocado atrás do Trono do Venerável Mestre, junto à parede de fundo do Templo, iluminado, ao centro, pelo Delta Sagrado, com raios partidos de seus lados e ostentando no centro o Olho Onividente, tendo à sua direita o Sol, em todo o seu esplendor radiante, e, à sua esquerda a Lua, em quarto crescente.
É importante observar, ainda, que o Sol deve estar, sempre, no lado em que se encontra o Orador, pois este, na correspondência cósmica e mitológica simboliza o Sol, ou o deus grego Apolo, enquanto que a Lua estará no lado em que se encontra o Secretário, que, na correspondência cósmica e mitológica, representa a Lua, ou a deusa grega Ártemis (Diana, dos romanos), deusa da Lua, da caça e das flores.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Alfabeto Maçônico

O sistema de codificação mono alfabética utilizado pela Maçonaria e comumente conhecido como Alfabeto Maçónico, é geralmente atribuído ao místico e alquimista alemão Heinrich Cornelius Agrippa de Nettelsheim, que nasceu em 18 de Fevereiro de 1486, de uma família nobre, próximo da cidade de Colónia, onde estudou medicina e direito..
Em 1503, Agrippa de Nettsesheim assumiu o nome de Cornelius Agrippa von Nettesheim, adaptando o "Von" para sugerir sua origem nobre; três anos depois, funda uma sociedade secreta em Paris devotada à astrologia, à magia e à cabala.
Em 1533, Nettelsheim publica o "De Occulta Philosophia", em Colónia, na Alemanha. No livro 3, capítulo 30, descreve sua codificação de substituição mono alfabética, hoje conhecida como Codificação Pig Pen.

Este Alfabeto foi utilizado frequentemente nos Séc. XVII e XVIII, sendo que ainda hoje os praticantes da Arte Real o utilizam para se identificarem, mais por tradicionalismo do que como forma de assegurar a confidencialidade, já que a sua "chave" é do conhecimento público.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

domingo, 14 de julho de 2013

Avental Maçônico

É a peça mais importante na Maçonaria. Distintivo indispensável do trabalho. É o único que dá ao maçom o direito de entrar no Templo e participar das reuniões.

Sua forma e cores variam de acordo com os graus e Ritos, mas seu significado místico é o mesmo.

O Avental Branco, sem adornos, do 1º grau, indica a pureza da alma, que se supõe tê-la alcançado neste grau..

Nos graus 1 e 2 não aparecem nenhum metal, pois o maçom   esteve, teoricamente, se despindo de todos os metais e transmutando-os em riquezas espirituais.

O Avental Azul do Mestre Maçom está associado com a dedicação espiritual, simbolizando a piedade, o equilíbrio, a lealdade e a sabedoria. A cor Azul caracteriza as Lojas Simbólicas

terça-feira, 2 de julho de 2013

Sociedade do Bode Preto



Baseando-se na interpretação dada pelos antigos ao Pentagrama invertido, ou seja,  a estrela de cinco pontas com dois vértices virados para cima, os escritores anti-maçons despejaram sua maldade, sua ironia, sua infâmia contra a Maçonaria.
Na Estrela de Cinco Pontas com um só vértice virado para cima, poderemos inscrever dentro dela, um homem com os braços estendidos horizontalmente e as pernas abertas. Já, com duas pontas viradas para cima, os antigos inscreviam a cabeça de um bode, que atualmente é símbolo de animalidade ou satanismo.
Não resta a menor dúvida que o bode preto corresponde ao Baphomet que era um ídolo dos templários. Era de origem desconhecida. Usava barba branca e em vez de olhos, dois carbúnculos. Baphomet também representava o Demônio na Magia Negra e em certas áreas do ocultismo. Era carregado em procissão sob um dossel pelos templários da Ilha de Malta, onde viveram os últimos remanescentes dessa Ordem, após sua destruição. Simbolizava também para eles, boa colheita. Para os gnósticos, o Baphomet era um símbolo de Deus.
Como se pode observar, havia várias interpretações a respeito deste símbolo. Atualmente, sem que faça parte da Maçonaria, sem que signifique alguma coisa para os maçons, acabou sendo aceito como “piada”, fazendo o bode preto parte do anedotário ou ”folclore” maçônico, situação esta que foi criada pelos inimigos da Ordem, que continuam com seus ataques como se a Maçonaria fosse “uma seita do demônio”.