sexta-feira, 13 de maio de 2016

Não seja Maçom!

Se queres descanso, não seja maçom, pois o trabalho do maçom deve ser contínuo.
Se queres ser beneficiado, não seja maçom, pois o maçom deve primeiro promover benefícios em prol de outros.
Se queres paz, não seja maçom, pois o maçom deve estar em guerra constante contra os vícios.
Se sois egoísta, não seja maçom, pois, para o maçom, compartilhar deve ser um hábito.
Se apenas pensas em ti, não seja maçom, pois pensar apenas em si mesmo é inviável e o maçom deve pensar e agir para todos.
Se desejas enriquecer, não seja maçom, pois o patrimônio de um maçom não é avaliado pelos seus bens, mas sim pelas suas atitudes.
Se sois arrogante, nunca seja um maçom, pois a humildade deve ser uma virtude constante, demonstrada em todos os momentos.
Se sois demasiadamente religioso, não seja maçom, pois o maçom deve ser tolerante em suas diferenças religiosas.
Se não crês em Deus, esqueça, não há como ser maçom, pois os maçons nada fazem sem antes O invocarem
Se gostas das luxúrias que o mundo proporciona, não seja maçom, pois os maçons devem ignorá-las, uma vez que são temporárias.
Se simplesmente queres fazer parte de algo, não seja maçom, pois o maçom não pode só fazer parte, deve trabalhar para fazer a diferença.
Se queres ser maçom, não tente ser o pior nem o melhor, seja apenas você mesmo.
Se és omisso, não seja maçom, pois a iniciativa deve ser notável em um maçom.
Se és preconceituoso, não seja maçom, pois a igualdade deve ser um pilar marcante na vida do maçom.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Rito Adonhiramita

O que parece ser mais aceito entre os estudiosos, dá conta, sobre o mais antigo documento conhecido, referindo-se ao mestre arquiteto do Templo sob a denominação de Adonhiram, é o Cathécisme des Francs Maçons ou Le Secret des Francs Maçons (Catecismo dos Franco-Maçons ou O Segredo dos Franco-Maçons), editado em 1744, de autoria, possivelmente, um abade, cujo nome seria Leonardo Gabanon. 
  
Em 1730, nasceu Théodore de Tschoudy, considerado o organizador da segunda parte da obra Recueil Précieus de la Franc-maçonnerie Adonhiramite (Compilação Preciosa da Maçonaria Adonhiramita), cuja primeira edição ocorreu em 1787. 
   
O Barão Tschoudy foi membro do parlamento de sua cidade natal, Metz, era integrante do Conselho de Imperadores do Oriente e do Ocidente (Um Capítulo que funcionava em Paris e reunia os mais ilustres estudiosos da Maçonaria de então). 
   
Maçom entusiasta e estudioso, Tschoudy utilizou seu aguçado espírito crítico para bater-se contra a proliferação desordenada dos altos graus do Rito de Heredom, do qual derivariam alguns dos ritos atuais, como o Escocês, o Moderno e o Adonhiramita. 
Inicialmente, Tschoudy se propôs a reformar os graus então existentes, reduzindo-os a quinze e depurando-os de tudo o que não fosse fiel à tradição maçônica tendo como base os Monumentos Egípcios, o Templo do Salomão e o Rito de Heredon. 

Em 1766, Tschoudy publicou L'Étoile Flamboyante ou La Société des Francs-Maçons (A Estrela Flamígera ou A Sociedade dos Franco-Maçons), obra em que descreve a fundação de uma nova Ordem ou novo rito de altos graus, a Ordem da Estrela Flamígera , com três graus: Cavaleiro de Santo André, Cavaleiro da Palestina e Filósofo Desconhecido,cujos rituais, por ele compostos,tinham por fundo a lenda das cruzadas. 
  
Após desavenças e descontentamentos deixou a Ordem da Estrela Flamígera e então se dedicou até sua morte ao já citado “Compilação Preciosa da Maçonaria Adonhiramita". 
Sendo o Rito Adonhiramita derivado diretamente do Rito de Heredon, abrangia, até 1873, 12 graus: sendo 3 simbólicos e 9 filosóficos, coroados com o de Cavaleiro Noaquita. Em 2 de junho de 1973, o Rito passou a compor-se de 33 graus e sua Oficina-Chefe denominou-se Excelso Conselho da Maçonaria Adonhiramita

O Rito Adonhiramita foi praticado na França e em Portugal, difundindo-se nas colônias e sendo o preferido da armada napoleônica. Com a difusão do Rito Francês ou Moderno, o Rito Adonhiramita começou a ser abandonado, restringindo a sua prática ao Brasil, onde se encontra a sua Oficina Chefe.

A contribuição do Rito Adonhiramita na criação do G:.O:.B:.

Em 15 de novembro de 1815, sob os auspícios do Rito Adonhiramita, fundou-se a Loja Comércio e Artes, no Rio de Janeiro, que passou a congregar as lideranças políticas de então. 

Em 2 de julho de 1821, esta Loja se instalou definitivamente e, neste mesmo dia, ficou deliberado o seu desdobramento para fundar e instalar as Lojas "Esperança de Niterói" e "União e Tranquilidade", compondo assim, o Tripé sobre o qual se instalaria o Grande Oriente Brasiliano (também dito Grande Oriente Brasílico), depois Grande Oriente do Brasil, sendo todas estas Lojas praticantes do Rito Adonhiramita, o único existente no Brasil até 1822.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

O Ingresso na Maçonaria

A maneira mais comum de entrar para a ordem é contando com a indicação de um maçom, mas também é possível submeter uma solicitação a uma loja – como são chamados os templos maçônicos. 
O candidato precisa ser maior de idade e do sexo masculino, crer em um ente supremo, mas por não ser uma religião, a Maçonaria aceita mulçumanos, católicos, judeus, espíritas etc. Por esse motivo, temas controversos – como religião e política – não podem ser discutidos durante as reuniões.

A Maçonaria é composta por ritos, sendo que atualmente cerca de 50 ritos são praticados no mundo. Obrigatoriamente, eles são compostos de três graus: Aprendiz, Companheiro e Mestre. Após essa fase, eles são classificados em diferentes categorias e os nomes variam de acordo com o rito. O “Rito de York” é dividido em Graus Simbólicos, Capitulares, Crípticos e de Cavalaria, enquanto o “Rito Escocês Antigo e Aceito” é formado pelos Graus Simbólicos, Inefáveis, Capitulares, Filosóficos e Administrativos – que representam o aperfeiçoamento do homem.


Os ritos têm características particulares e em cada um dos graus os maçons compartilham diversos ensinamentos. Quando um irmão alcança um grau, acontece um ritual cheio de simbologia. Nessas ocasiões, os maçons vestem túnicas, chapéus, aventais e faixas próprios para cada ritual, além de ter palavras e gestos específicos durante o evento.

domingo, 8 de maio de 2016

O Tapete no Rito Schröder

O Tapete nas Lojas maçônicas tem sua origem no costume dos antigos maçons especulativos de traçar com giz ou carvão, no chão dos locais de reunião, as ferramentas do ofício de construtor. Estes desenhos eram apagados após o encerramento da Loja e refeitos antes da próxima sessão. Posteriormente, para facilitar os trabalhos passaram a ser utilizados tecidos pintados que eram estendidos no chão, tal qual um tapete. O Irmão Friedrich Ludwig Schröder resgatou este costume, enquanto outros Ritos o substituíram pelos Painéis dos Três Graus. Para as Lojas do Rito Schröder, o Tapete é o Painel da Loja e o Catecismo explica o seu simbolismo.

Na Alemanha, embora não esteja previsto no Ritual, o Tapete de Schröder é confeccionado em três tamanhos: 

a) pequeno: 90 x 120 cm; 
b) médio: 120 x 180 cm; 
c) grande: 150 x 225 cm. 

Contudo, o que o Ritual determina é a sua forma que deve ser, obrigatoriamente, retangular.

É importante salientar que o Templo do Rito Schröder – representando a Oficina de Trabalho erguida ao lado do “Templo que estamos construindo” – é despojado de símbolos, os quais estão concentrados no Tapete. As exceções são a Bíblia, o Compasso e o Esquadro – As Três Grandes Luzes da Maçonaria – que estão sobre o Altar (mesa do V.M.); e “As Três Pequenas Luzes da Maçonaria”, representadas pela chama das três grandes velas colocadas sobre os candelabros (geralmente denominados de “colunas”) no Nordeste (V.M.), Noroeste (1º Vig.) e Sul (2º Vig.) do Tapete, e que simbolizam, respectivamente: a Sabedoria, a Força e a Beleza.

Para entendermos a importância do Tapete (que o Ritual define como “a planta do Templo de Salomão”), é preciso que analisemos os significados dos objetos nele representados de acordo com a ótica humanista com forte característica ética e moral, resgatadas pelo Ir. Schröder: 

A) Martelo Pontiagudo (Escoda ou Martelo de Pedreiro): o espírito atuando sobre a matéria com sabedoria. É uma das ferramentas de trabalho dos Aprendizes no desbaste da Pedra Bruta, removendo de seu caráter os vícios e preconceitos;

B) Céu: limpo no Oriente, de onde veio a “Luz”, as Artes, a Ciência. Nublado no Ocidente, onde o Sol se põe e onde, simbolicamente, estão os que ainda não alcançaram o conhecimento maçônico pleno;

C) Colher de Pedreiro (usualmente denominada “Trolha”): a proteção da Obra contra más influências;

D) Esquadro: o Dever, a Justiça, a equidade e a retidão de caráter. Lembra a igualdade de todos os maçons perante a Lei e o limite moral das nossas ações perante nossos semelhantes. É a ferramenta e a joia do Venerável Mestre, que deve ser um modelo inflexível no cumprimento do dever, na correção moral e na aplicação da Justiça; 

E) Nível: a igualdade entre os Irmãos, e o emprego correto dos conhecimentos. Lembra ao maçom que todas as coisas devem ser avaliadas com igual serenidade, imparcialidade e tolerância. É a ferramenta e a joia do 1° Vigilante;

F) Muro que protege a Loja dos olhos e ouvidos dos “não-maçons”. Neste muro estão os nichos que abrigam as diversas ferramentas usadas na construção (Esquadro, Nível, Prumo, etc.);

G) Pedra Bruta: é a imagem da alma sem instrução e em seu estado natural. Representa o Aprendiz iniciando sua caminhada maçônica, estudando para adquirir os conhecimentos do seu Grau e a sua aplicação e interpretação filosófica;

H) Pedra Cúbica: é a obra prima que o Aprendiz entregará ao Companheiro (ele mesmo, em outro estágio de evolução). O Companheiro deverá polir a Pedra em busca da perfeição espiritual e intelectual, seu Trabalho inicia no ponto em que parou como Aprendiz;

 I) Porta do Or. -  V.M;
J) Porta do Oc.-  1° Vig;             
L) Porta do Sul-  2° Vig 

Representam as portas do Templo de Salomão, do qual historicamente derivam os Templos das Igrejas e da Maçonaria e também o V.M. e os Vigilantes que devem, em primeiro lugar, proteger a Loja.

M) Prumo: o sentido reto de nosso julgamento. A pesquisa (o estudo) em profundidade. É a ferramenta e a joia do 2° Vigilante;

N) Régua de 24 polegadas: a divisão do tempo com sabedoria, a precisão na execução, a retidão de conduta. É uma das mais importantes ferramentas de trabalho do maçom, pois o Mestre a utiliza para a elaboração do projeto da Obra; o Companheiro para medir, concluindo o trabalho de polir a Pedra Cúbica; o Aprendiz a utiliza, em conjunto com o Alvião, para traçar e marcar a Pedra Bruta para o desbaste.

O) Representação gráfica do 47° Problema de Euclides, conhecido como “O Teorema de Pitágoras”, cuja demonstração é: em um triângulo retângulo (a soma do quadrado dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa). É a representação da Prancheta e da Joia imóvel (ou fixa) do Mestre. É também, em muitos Ritos, a joia do ex-Venerável (Past Master ou AltStuhlMeister) e representa a perfeição e a universalidade das Leis do G. A. D. U., por que a Verdade Matemática que o Teorema traduz é imutável em qualquer ponto do Universo.

 Conclusão

O escritor e ex-Grão-Mestre, Albert Pike (1809-1891), declarou ser um privilégio inalienável para o maçom interpretar para si mesmo os símbolos da Maçonaria.

No sentido amplo, símbolo é um sinal ou objeto ao qual se dá uma significação moral. Para a Psicologia, é a ideia consciente que representa e encerra a significação de outra ideia inconsciente. 

Assim, nós devemos refletir sobre cada objeto, ferramenta ou sinal para os quais existem e podemos atribuir muitos significados. A abrangência destas interpretações depende do nosso estágio individual de conhecimento e percepção, estágio este que é simbolicamente representado pelos três Graus da Maçonaria Simbólica.

Os conhecimentos obtidos devem ser aplicados em nosso dia a dia, fazendo-nos crescer como seres humanos e cidadãos. Melhorar a nós mesmos e, por decorrência, a Sociedade que nos cerca, tornando-a mais justa, humanitária e fraterna, é a finalidade e Grande Obra da Maçonaria.

Comentário final: o Compasso que, para o maçom, representa os limites, não está representado no Tapete por ser a “Joia do Grão-Mestre”, que é quem estabelece os limites na Maçonaria.  

Rui Jung Neto 

sexta-feira, 6 de maio de 2016

O que é Dogma:

Dogma é um termo de origem grega que significa literalmente “o que se pensa é verdade”. Na antigüidade, o termo estava ligado ao que parecia ser uma crença ou convicção, um pensamento firme ou doutrina.

Posteriormente passou a ter um fundamento religioso em que caracteriza cada um dos pontos fundamentais e indiscutíveis de uma crença religiosa. Pontos inquestionáveis, uma verdade absoluta que deve ser ensinada com autoridade.

Além do cristianismo, os dogmas estão presentes em outras religiões como o judaísmo ou islamismo. Os princípios dogmáticos são crenças básicas pregadas pelas religiões, que devem ser seguidas e respeitados pelos seus membros sem nenhuma dúvida.

Quem os rejeita pode incorrer em crimes variáveis de acordo com a religião. Na Igreja Católica o crime de heresia aconteceu no período da Idade Média, em que as pessoas acusadas eram excomungadas ou perseguidas através da Inquisição.


Os dogmas proclamados pela Igreja Católica devem ser aceitos como verdades reveladas por Deus através da Bíblia. São irrevogáveis e nenhum membro da Igreja, nem mesmo o Papa, tem autoridade para os alterar. São exemplos de dogmas a Existência de Deus e da Santíssima Trindade, Jesus Cristo é Filho Natural de Deus, a Virgindade e Assunção de Maria, entre outros.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Quanto vale meia?

Na recepção dum salão de convenções, em Fortaleza*
- Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o Congresso.
- Pelo seu sotaque vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde?
- Sou de Maputo, Moçambique.
- Da África, né?
- Sim, sim, da África.
- Aqui está cheio de africanos, vindos de toda parte do mundo. O mundo está cheio de africanos.
- É verdade. Mas se pensar bem, veremos que todos somos africanos, pois a África é o berço antropológico da humanidade…
- Pronto, tem uma palestra agora na sala meia oito.
- Desculpe, qual sala?
- Meia oito.
- Podes escrever?
- Não sabe o que é meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68
- Ah, entendi, *meia* é *seis*.
- Isso mesmo, meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma informação: A organização do Congresso está cobrando uma pequena taxa para quem quiser ficar com o material: DVD, apostilas, etc., gostaria de encomendar?
- Quanto tenho que pagar?
- Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes pagam *meia*.
- Hmmm! que bom. Ai está: *seis* reais
- Não, o senhor paga meia. Só cinco, entende?
- Pago meia? Só cinco? *Meia* é *cinco*?
- Isso, meia é cinco
- Tá bom, *meia* é *cinco*.
- Cuidado para não se atrasar, a palestra começa às nove e meia.
- Então já começou há quinze minutos, são nove e vinte.
- Não, ainda faltam dez minutos. Como falei, só começa às nove e meia.
- Pensei que fosse as 9:05, pois *meia* não é *cinco*? Você pode escrever aqui a hora que começa?
- Nove e meia, assim, veja: 9:30- Ah, entendi, *meia* é *trinta*.
- Isso, mesmo, nove e trinta. Mais uma coisa senhor, tenho aqui um folder de um hotel que está fazendo um preço especial para os congressistas, o senhor já está hospedado?
- Sim, já estou na casa de um amigo.
- Em que bairro?
- No Trinta Bocas.
- Trinta bocas? Não existe esse bairro em Fortaleza, não seria no Seis Bocas?
- Isso mesmo, no bairro *Meia* Boca.
- Não é meia boca, é um bairro nobre.
- Então deve ser *cinco* bocas.
- Não, Seis Bocas, entende, Seis Bocas. Chamam assim porque há um encontro de seis ruas, por isso seis bocas. Entendeu?
- Acabou?
- Não. Senhor é proibido entrar no evento de sandálias. 
Coloque uma meia e um sapato...

terça-feira, 3 de maio de 2016

O Poder do Silêncio

Aprende com o silêncio a ouvir os sons interiores da sua alma, a calar-se nas discussões e assim evitar tragédias e desafetos. Aprende com o silêncio a respeitar a opinião dos outros, por mais contrária que seja da sua.

Aprende com o silêncio a aceitar alguns fatos que você provocou, a ser humilde deixando o orgulho gritar lá fora. Aprende com o silêncio a reparar nas coisas mais simples, valorizar o que é belo, ouvir o que faz algum sentido, evitar reclamações vazias e sem sentido.

Aprende com o silêncio que a solidão não é o pior castigo, existem companhias bem piores….
Aprende com o silêncio que a vida é boa, que nós só precisamos olhar para o lado certo,
ouvir a música certa, ler o livro certo, que pode ser qualquer livro, desde que você o leia até o fim.

Aprende com o silêncio que tudo tem um ciclo, como as marés que insistem em ir e voltar,
os pássaros que migram e voltam ao mesmo lugar, como a Terra que faz a volta completa sobre o seu próprio eixo, complete a sua tarefa.

Aprende com o silêncio a respeitar a sua vida, valorizar o seu dia, enxergar em você as qualidades que você possui, equilibrar os defeitos que você tem e sabe que precisa corrigir e enxergar aqueles que você ainda não descobriu.

Aprende com o silêncio a relaxar, mesmo no pior trânsito, na maior das cobranças, na briga mais acalorada, na discussão entre familiares. Aprende com o silêncio a respeitar o seu “eu”, a valorizar o ser humano que você é, a respeitar o Templo que é o seu corpo, e o santuário que é a sua vida.

Aprende hoje com o silêncio, que gritar não traz respeito, que ouvir ainda é melhor que muito falar,
e em respeito a você, eu me calo. Me silencio, para que você possa ouvir o seu interior que quer lhe falar, desejar-lhe um dia vitorioso e confirmar que você é especial.

Paulo Roberto Gaefke