quarta-feira, 18 de maio de 2016

Como posso me tornar maçom?

Antes de mais nada, o postulante ao ingresso nos quadros da Ordem Maçônica, deve auto-avaliar-se em busca de valores, costumes, atitudes (interiores), e  comportamentos sociais exteriorizados cotejando-os com algumas premissas a seguir apresentadas.
O Candidato deve, portanto,  identificar-se com os aspectos a seguir:
  • Legal:
- ser emancipado e ter completado 18 anos antes da cerimônia de Iniciação;
- se dependente pecuniariamente, obter anuência dos tutores ou genitores;
- se engajado em união estável, contar com a concordância da esposa;
- ser um homem íntegro, ligado e atualizado em relação ao seu tempo;
- ser empreendedor e capaz de assumir responsabilidades;
- ter emprego, residência e domicílio fixos, no Oriente (estado, município) pleiteado; suas atividades profissionais devem ser lícitas, não importando o metier;
- esperar encontrar na Loja pleiteada, homens livres, de bons costumes, capazes de realizar obras poderosas em benefício da Humanidade, da Pátria e da Família;
  • doutrinário:
- ter religiosidade, melhor do que religião;
- crer em Deus, acima de tudo;
- ter uma idéia clara da virtude e do vício, adotando aquela e rejeitando este;
- estar apto a apreender conhecimentos litúrgicos e filosóficos;
- distinguir entre religião e maçonaria;
- ser respeitado na Iniciação, não só pelas características esotéricas, exotéricas e metafísicas do evento, como pelo significado simbólico trazido pelas nossas tradições e regularidade;
  • prático:
- apresentar bons costumes;
- ter boa família;
- seguir as leis;
  • metafísico:
- ser receptivo às idéias;
- estar ideologicamente alinhado com a idéia de Deus;
  • da tradição:
- estar apto; ou pronto, disposto e capacitado, "sponte SUA";
  • iniciático:
- creditar respeito ao processo;
- manter o espírito receptivo ("nada lhe será cobrado; tudo lhe será dado");


A admissão à Maçonaria é restrita a pessoas adultas sem limitações quanto à raça, credo e nacionalidade, desde que gozem de reputação ilibada e que sejam homens íntegros.
Nenhum homem, por melhor que seja, poderá ser recebido na Maçonaria, sem o consentimento de todos os maçons. Se alguém fosse imposto à Maçonaria, poderia ali causar desarmonia, ou perturbar a liberdade dos demais, o que sempre deve ser evitado.

A aceitação do pedido de ingresso na Ordem depende bastante da declaração de motivos do candidato. A Ordem espera que o candidato seja sincero perante sua própria consciência, quando do preenchimento da proposta de admissão.


Quando alguém se candidata a ingressar na Maçonaria, é verificado em sindicância se dispõe de ganhos pecuniários que permitam cumprir os compromissos maçônicos, sem sacrificar a família.   Vale dizer que nenhum homem casado poderá entrar para a Maçonaria sem que a esposa esteja de acordo.

É óbvio que, ao se iniciar na Maçonaria, o indivíduo deverá assumir compromissos derivados de participação engajada e responsável nas lides maçônicas. Entre os compromissos e responsabilidades, encontram-se aqueles de estudar, com mente aberta, as instruções maçônicas, bem como, o de considerar denso sigilo sobre os ensinamentos recebidos e contribuir pecuniariamente para a manutenção de sua Loja e sua Obediência. Os compromissos e responsabilidades, a propósito, são do mesmo gênero daquelas encontradas em qualquer associação humana.
É fato inconteste que uma das finalidades da Ordem é a de implantar sistematicamente na sociedade humana uma efetiva fraternidade entre os homens.

Ao contrário do ?folclore? que alimenta a crença de muita gente, a Maçonaria não é uma sociedade secreta e exerce suas atividades extensivamente, sob o pálio da legitimidade de sua natureza e da legalidade de seus atos e fatos administrativos, fiscais e tributários. Suas Propriedades, Constituições, Emendas, Regimentos e Estatutos são registrados em cartório de imóveis, títulos e documentos, e publicados em Diário Oficial.

Uma vez Iniciado, o postulante torna-se Maçom, e, como tal, estará, para todo o sempre,   sob constante vigilância de sua própria consciência e dos demais Maçons.
Isso posto, havendo seu interesse em ?entrar? na Maçonaria, entre em contato com um Maçom de seu conhecimento ou com uma Loja Maçônica de sua cidade.

GOB - Boletim

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Rito Brasileiro

O Rito Brasileiro foi reconhecido e incorporado oficialmente pelo Grande Oriente do Brasil em 1914, quando era Grão-Mestre o irmão Lauro Sodré. Teve curta duração inicial, ficando sem uso até meados da década de 1940. De 1940 até a década e 1960 houve várias tentativas de reerguer o Rito, porém sem sucesso. Somente em 13.03.1968 quando o irmão Alvaro Palmeira, que sempre batalhou pelo Rito, então Grão-Mestre do GOB, através do Ato 2080 renovou os objetivos do Ato n° l6l7 de l940. 

Com o apoio firme do Grão-Mestre foi mais fácil o Rito ser uma realidade, e começar a crescer.  Alvaro Palmeira fez as alterações que deveriam ser feitas, deu nova feição aos Rituais com emendas na Constituição e outras providências, nomeou uma comissão de 15 Irmãos com amplos poderes para revisar e reestruturar todo o Rito, para coloca-lo dentro das exigências internacionais e tornar um Rito regular, dando-lhe uma abrangência universal, separando os graus simbólicos dos filosóficos. 

É hoje, o segundo Rito mais difundido entre os Ritos adotados no Brasil.  A sua maneira harmoniosa de ser executado, os seus propósitos cívicos, morais, históricos e culturais,  fazem a cada dia mais adeptos. Convém frisar que o Rito Brasileiro é patriótico sem ser nacionalista ou xenófobo. 


Atualmente o Rito Brasileiro cuja legenda é Urbi et Orbi, tem trinta e três graus contando com os três primeiros (Aprendiz, Companheiro e Mestre).

O Incenso

Os Egípcios foram o primeiro povo a produzir incensos.

A origem do incenso permaneceu desconhecida durante muito tempo. Possivelmente, ele foi inventado quando membros de antigas civilizações jogaram plantas e substâncias aromáticas no fogo e perceberam a fumaça perfumada que dele exalava.

As primeiras evidências arqueológicas, contudo, revelaram que a queima de incensos data dos primeiros reinados do antigo império egípcio, onde foram encontrados queimadores em formato de colheres de cabos longos.

Também antropólogos e historiadores mencionam que os egípcios foram os primeiros povos a produzirem incensos. Muito experientes nessa arte, eles fabricavam os incensos em templos. A própria manufatura dos bastões era um ritual bastante complexo e secreto. Há quem diga que a ligação dos incensos com as cerimônias e as atividades relacionadas à espiritualidade se originou desses fatos e nessa época.

Nos cultos budistas, o incenso é muito usado em cerimônias de iniciação de monges e faz parte dos rituais diários nos mosteiros. Posteriormente, o costume se espalhou por outros países da Ásia, como a China, Mongólia e o Japão. Neste continente, sua propagação está relacionada à difusão do budismo.


Independentemente disso, há quem jure que o verdadeiro motivo de o incenso ter sobrevivido ao longo dos milênios e de ainda hoje fazer tanto sucesso deve-se à sua forte ligação com o elemento ar (simbolizada pela fumaça) e ao seu marcante apelo olfativo (o olfato tem contato direto com o processamento de emoções e com a memória), ingredientes que sempre exerceram fascínio na humanidade.

domingo, 15 de maio de 2016

Mistérios das Pirâmides de Gizé

Nos escritos das pirâmides, gravados durante o Império Antigo, existe um texto destinado ao faraó e sua pirâmide. Estes textos indicam a função da pirâmide; conter a “essencia” do faraó por toda a eternidade. Segundo os mesmo textos, o faraó ressucita e ascende aos céus para viver eternamente entre os deuses (transformado em estrela).

As pirâmides mostram, para sua época, o grande conhecimento dos técnicos egípcios e a capacidade organizativa necessária para erigir tais monumentos com meios muitos simples. A verdade é que não se sabe com certeza como se construíram as pirâmides, pois não há documentos antigos da época ou evidências claras que o afirmem.

As pirâmides de Gizé têm estimulado a imaginação humana. Quando foi erguida, a Grande Pirâmide tinha 145,75 m de altura (com o passar do tempo, perdeu 10 metros do seu cume). O ângulo de inclinação dos seus lados é de 54º54′. Sua base é um quadrado com 229 m de lado. Mas, apesar desse tamanho todo, é um quadrado quase perfeito – o maior erro entre o comprimento de cada lado não passa de 0,1%, algo em torno de 2 cm, o que é incrivelmente pequeno. A estrutura consiste em mais de 2 milhões de blocos de pedra, cada um pesando de duas a 20 toneladas.

Na face norte fica a entrada da pirâmide. Um número de corredores e galerias leva ao que seria a câmara mortuária do rei, localizada no “coração” da estrutura. O sarcófago é de granito preto e também está orientado com as direções da bússola. Surpreendentemente, o sarcófago é maior do que a entrada da câmara. Só pode ter sido colocado lá enquanto a construção progredia, um fato que evidencia a complexidade do projeto e como tudo foi cuidadosamente calculado.

São cálculos assombrosos. Por exemplo, se você tomar o perímetro da pirâmide e dividi-lo por duas vezes a sua altura, chegará ao número pi (3,14159…) até o décimo quinto dígito. As chances de esse fenômeno ocorrer por acaso são quase nulas. Até o século 6 d.C., o pi havia sido calculado só até o quarto dígito.

E isso é só o começo. A Grande Pirâmide pode ser a mais velha estrutura na face do planeta, é a mais corretamente orientada, com seus lados alinhados quase exatamente para o norte, sul, leste e oeste. É um mistério como os antigos egípcios conseguiram tamanha precisão sem utilizar uma bússola – assim com é incrível que até agora ninguém tenha aparecido com uma explicação para o enigma.

Ao que parece, todas as construções na planície de Gizé estão espetacularmente alinhadas. No solstício de verão, quando visto da Esfinge, o Sol se põe exatamente no centro da Grande Pirâmide e de sua vizinha, a pirâmide de Quéfren. No dia do solstício de inverno, visto da entrada da Grande Pirâmide, o Sol nasce exatamente do lado esquerdo da base da cabeça da Esfinge e passa toda a cabeça até se pôr ao lado direito de sua base. 

A geometria das três pirâmides tem sido uma fonte de confusão por muitos anos, por causa da maneira aparentemente imperfeita com que foram alinhadas. É curioso, porque foram os egípcios os inventores da geometria.
Por outro lado, a pirâmide está colocada num lugar muito especial na face da Terra – ela está no centro exato da superfície terrestre do planeta, dividindo a massa de terra em quadrantes aproximadamente iguais. O meridiano terrestre a 31º a leste de Greenwich e o paralelo a 30º ao norte do equador são as linhas que passam pela maior parte da superfície terrestre do globo. No lugar onde essas linhas se cruzam está a Grande Pirâmide, seus eixos norte-sul e leste-oeste alinhados com essas coordenadas. Em outras palavras, a Grande Pirâmide está no centro da superfície terrestre. Ela é, por assim dizer, o umbigo do mundo.

Muitos arquitetos e engenheiros que estudaram a pirâmide concordam que, com toda a tecnologia de hoje, não conseguiríamos construir uma igual. Será ? Às vezes as pessoas preferem acreditar em qualquer coisa menos na capacidade do gênio humano. Foi com essa intenção que, em 1944, um grupo de arqueólogos tentou construir uma réplica da pirâmide, sem usar a tecnologia moderna, nem mesmo a roda, mas seguindo uma escala proporcional de tamanho, tempo e número de operários 40 vezes menor. Isso resultaria justamente nos 10 m que faltam ao cume da Grande Pirâmide.

Robert Bauval e Adrian Gilbert tem um estudo astronômico sobre as pirâmides. Os dois publicaram suas descobertas preliminares no livro THE ORION MYSTERY, editado pela Heinemann. Eles também fizeram um documentário para a TV em 1995, lançando uma nova e intrigante luz sobre o assunto. Os pontos de vista expressados no livro e no documentário foram inicialmente desprezados pelos egiptólogos acadêmicos, mas, conforme as evidências foram reforçando sua teoria, mais e mais gente a foi aceitando.

Embora Virgina Trimble e Alexander Badawy tenham sido os primeiros a notar que os “respiradouros” da pirâmide de Quéops apontavam para a Constelação de Órion, aparentemente com o objetivo de mirar a alma do rei morto em direção àquela constelação, Bauval foi o primeiro a notar que o alinhamento das três pirâmides era uma acurada imagem espelhada das Três Marias, como são chamadas no Brasil as estrelas Alnitak, Alnilam e Mintaka, que formam o “cinturão” de Órion. A isso ele deu o nome de Teoria da Correlação, que forma a espinha dorsal de sua pesquisa.

Esses são apenas mais alguns mistérios em relação a essas incríveis pirâmides, que devido a sua história e origem enigmática, despertam os mais diversos tipos de teorias e estudos a seu respeito.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Não seja Maçom!

Se queres descanso, não seja maçom, pois o trabalho do maçom deve ser contínuo.
Se queres ser beneficiado, não seja maçom, pois o maçom deve primeiro promover benefícios em prol de outros.
Se queres paz, não seja maçom, pois o maçom deve estar em guerra constante contra os vícios.
Se sois egoísta, não seja maçom, pois, para o maçom, compartilhar deve ser um hábito.
Se apenas pensas em ti, não seja maçom, pois pensar apenas em si mesmo é inviável e o maçom deve pensar e agir para todos.
Se desejas enriquecer, não seja maçom, pois o patrimônio de um maçom não é avaliado pelos seus bens, mas sim pelas suas atitudes.
Se sois arrogante, nunca seja um maçom, pois a humildade deve ser uma virtude constante, demonstrada em todos os momentos.
Se sois demasiadamente religioso, não seja maçom, pois o maçom deve ser tolerante em suas diferenças religiosas.
Se não crês em Deus, esqueça, não há como ser maçom, pois os maçons nada fazem sem antes O invocarem
Se gostas das luxúrias que o mundo proporciona, não seja maçom, pois os maçons devem ignorá-las, uma vez que são temporárias.
Se simplesmente queres fazer parte de algo, não seja maçom, pois o maçom não pode só fazer parte, deve trabalhar para fazer a diferença.
Se queres ser maçom, não tente ser o pior nem o melhor, seja apenas você mesmo.
Se és omisso, não seja maçom, pois a iniciativa deve ser notável em um maçom.
Se és preconceituoso, não seja maçom, pois a igualdade deve ser um pilar marcante na vida do maçom.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Rito Adonhiramita

O que parece ser mais aceito entre os estudiosos, dá conta, sobre o mais antigo documento conhecido, referindo-se ao mestre arquiteto do Templo sob a denominação de Adonhiram, é o Cathécisme des Francs Maçons ou Le Secret des Francs Maçons (Catecismo dos Franco-Maçons ou O Segredo dos Franco-Maçons), editado em 1744, de autoria, possivelmente, um abade, cujo nome seria Leonardo Gabanon. 
  
Em 1730, nasceu Théodore de Tschoudy, considerado o organizador da segunda parte da obra Recueil Précieus de la Franc-maçonnerie Adonhiramite (Compilação Preciosa da Maçonaria Adonhiramita), cuja primeira edição ocorreu em 1787. 
   
O Barão Tschoudy foi membro do parlamento de sua cidade natal, Metz, era integrante do Conselho de Imperadores do Oriente e do Ocidente (Um Capítulo que funcionava em Paris e reunia os mais ilustres estudiosos da Maçonaria de então). 
   
Maçom entusiasta e estudioso, Tschoudy utilizou seu aguçado espírito crítico para bater-se contra a proliferação desordenada dos altos graus do Rito de Heredom, do qual derivariam alguns dos ritos atuais, como o Escocês, o Moderno e o Adonhiramita. 
Inicialmente, Tschoudy se propôs a reformar os graus então existentes, reduzindo-os a quinze e depurando-os de tudo o que não fosse fiel à tradição maçônica tendo como base os Monumentos Egípcios, o Templo do Salomão e o Rito de Heredon. 

Em 1766, Tschoudy publicou L'Étoile Flamboyante ou La Société des Francs-Maçons (A Estrela Flamígera ou A Sociedade dos Franco-Maçons), obra em que descreve a fundação de uma nova Ordem ou novo rito de altos graus, a Ordem da Estrela Flamígera , com três graus: Cavaleiro de Santo André, Cavaleiro da Palestina e Filósofo Desconhecido,cujos rituais, por ele compostos,tinham por fundo a lenda das cruzadas. 
  
Após desavenças e descontentamentos deixou a Ordem da Estrela Flamígera e então se dedicou até sua morte ao já citado “Compilação Preciosa da Maçonaria Adonhiramita". 
Sendo o Rito Adonhiramita derivado diretamente do Rito de Heredon, abrangia, até 1873, 12 graus: sendo 3 simbólicos e 9 filosóficos, coroados com o de Cavaleiro Noaquita. Em 2 de junho de 1973, o Rito passou a compor-se de 33 graus e sua Oficina-Chefe denominou-se Excelso Conselho da Maçonaria Adonhiramita

O Rito Adonhiramita foi praticado na França e em Portugal, difundindo-se nas colônias e sendo o preferido da armada napoleônica. Com a difusão do Rito Francês ou Moderno, o Rito Adonhiramita começou a ser abandonado, restringindo a sua prática ao Brasil, onde se encontra a sua Oficina Chefe.

A contribuição do Rito Adonhiramita na criação do G:.O:.B:.

Em 15 de novembro de 1815, sob os auspícios do Rito Adonhiramita, fundou-se a Loja Comércio e Artes, no Rio de Janeiro, que passou a congregar as lideranças políticas de então. 

Em 2 de julho de 1821, esta Loja se instalou definitivamente e, neste mesmo dia, ficou deliberado o seu desdobramento para fundar e instalar as Lojas "Esperança de Niterói" e "União e Tranquilidade", compondo assim, o Tripé sobre o qual se instalaria o Grande Oriente Brasiliano (também dito Grande Oriente Brasílico), depois Grande Oriente do Brasil, sendo todas estas Lojas praticantes do Rito Adonhiramita, o único existente no Brasil até 1822.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

O Ingresso na Maçonaria

A maneira mais comum de entrar para a ordem é contando com a indicação de um maçom, mas também é possível submeter uma solicitação a uma loja – como são chamados os templos maçônicos. 
O candidato precisa ser maior de idade e do sexo masculino, crer em um ente supremo, mas por não ser uma religião, a Maçonaria aceita mulçumanos, católicos, judeus, espíritas etc. Por esse motivo, temas controversos – como religião e política – não podem ser discutidos durante as reuniões.

A Maçonaria é composta por ritos, sendo que atualmente cerca de 50 ritos são praticados no mundo. Obrigatoriamente, eles são compostos de três graus: Aprendiz, Companheiro e Mestre. Após essa fase, eles são classificados em diferentes categorias e os nomes variam de acordo com o rito. O “Rito de York” é dividido em Graus Simbólicos, Capitulares, Crípticos e de Cavalaria, enquanto o “Rito Escocês Antigo e Aceito” é formado pelos Graus Simbólicos, Inefáveis, Capitulares, Filosóficos e Administrativos – que representam o aperfeiçoamento do homem.


Os ritos têm características particulares e em cada um dos graus os maçons compartilham diversos ensinamentos. Quando um irmão alcança um grau, acontece um ritual cheio de simbologia. Nessas ocasiões, os maçons vestem túnicas, chapéus, aventais e faixas próprios para cada ritual, além de ter palavras e gestos específicos durante o evento.