domingo, 15 de outubro de 2017

Consistório, Grau 32 - Estandarte

32º Grau - Sublime Príncipe do Real Segredo
O Sublime Príncipe possui a chave do Real Segredo e por sua educação e seu desenvolvimento pessoal, é capaz de preservá-lo e defendê-lo com a ajuda de todos os IIr:. do Rito. 

Consistório, Grau 33 - Estandarte

33º Grau - Soberano Grande Inspetor Geral
Representa a Suprema Autoridade Maçônica. Sua missão é fazer reinar a Caridade, a União e o Amor Fraterno entre os IIr:., manter a regularidade nos trabalhos de cada Grau e garantir que seja observado por todos os membros. Impor em todas as ocasiões, as Constituições, Estatutos e Regulamentos da Ordem.


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Balandrau


O balandrau é palavra originada do latim medieval balandrana, que definia a vestimenta de capuz e mangas largas abotoada na frente e, por extensão, designava também certas roupas usadas por confrarias, normalmente em cerimónias de cunho religioso.

Historicamente, as corporações de pedreiros-livres a que hoje se designa por "Maçonaria Simbólica" adoptavam o traje dos Collegiati" dos "Collegia Fabrorum e membros dos Ofícios Francos, dos séculos XIV e XV, com seu balandrau negro

Atualmente, a Maçonaria no Brasil de várias obediências tolera a veste talar, negra, de mangas longas, colarinho alto e fechada até o pescoço como opção ao terno escuro. Por entenderem que só o avental constitui paramento maçónico, alguns ritos como o de York não permitem o uso do balandrau, sendo sempre exigido o uso do terno escuro."

Na prática, visto que muitas Lojas o têm como item patrimonial para empréstimo aos irmãos visitantes, o balandrau deixou de ser talar, tendo um comprimento abaixo do joelho, e muitas vezes ostenta as armas da Loja ou da Maçonaria.

Wikipédia

terça-feira, 5 de setembro de 2017

O Iniciado

O iniciado é aquele que possui a lâmpada de Trimegistro, o manto de Apolônio e o bastão dos patriarcas. A lâmpada de Trimegistro é a razão esclarecida pela inteligência; o manto de Apolônio é a posse plena e total de si mesmo, que isola o sábio das correntes instintivas; e o bastão dos patriarcas é o auxílio das forças ocultas e perpétuas da natureza .
A lâmpada de Trimegistro alumia o presente, o passado e o futuro, mostra claramente a consciência dos homens, ilumina os recônditos do coração das mulheres. A lâmpada brilha com tríplice chama, o manto se redobra três vezes, e o bastão se divide em três partes.

O número nove é o dos reflexos divinos: ele exprime a idéia divina em toda a sua força abstrata, mas também exprime o luxo na crença e, por conseguinte, a superstição e a idolatria. É por isso que Hermes fez dele o número da iniciação, porque o iniciado reina sobre a superstição e pela superstição, e só ele pode caminhar nas trevas, apoiado como está no seu bastão, envolto no seu manto e iluminado pela sua lâmpada.

A razão foi dada a todos os homens, mas nem todos sabem fazer uso dela; é uma ciência que é preciso aprender. A liberdade é oferecida a todos, mas nem todos sabem apoiar-se nela; é um poder de que é preciso apoderar-se.
A nada chegamos que não nos custe mais de um esforço. O destino do homem é que se enriqueça do que ganha e que depois tenha, como Deus, a glória e o prazer de dar.

A ciência mágica se chamava, outrora, arte sacerdotal e arte real, porque a iniciação dava ao sábio o império sobre as almas e a aptidão para governar as vontades.

A adivinhação é também um dos privilégios do iniciado; ora, a adivinhação é simplismente o conhecimento dos efeitos contidos nas causas e a ciência aplicada aos fatos do dogma universal da analogia. Os atos humanos não se escrevem somente na luz astral; deixam também os seus traços na fronte, modificam as feições e o andar, mudam o acento da voz. Cada homem traz, pois, consigo a história da sua vida, legível para o iniciado. Ora, o futuro é sempre a consequência do passado, e as circunstâncias inesperadas não mudam quase nada dos resultados racionalmente esperados.

É possível, pois, predizer a cada homem o seu destino. É possível julgar de uma existência inteira por um só movimento; um só desacerto pressagia uma série de desgraças. Cesar foi assassinado porque amava as poesias de Ossian; Luiz filipe devia deixar o trono como fez, porque usava um guarda-chuva. São paradoxos para o vulgo, que não compreende as relações ocultas das coisas; mas são razões para o iniciado, que compreende tudo e de nada admira.

A iniciação preserva das falsas luzes do misticismo; ela dá `a razão humana o seu valor relativo e a sua infalibilidade proporcional, unindo-a `a razão suprema pela cadeia das analogias. O iniciado não tem, pois, esperanças duvidosas, nem temores absurdos, porque não tem crenças desarrazoáveis; sabe o que pode e nada lhe custa ousar. Por isso, para ele, ousar é poder.

Eis, pois, uma nova interpretação dos atributos do iniciado; a sua lâmpada representa o saber, o seu manto que o envolve representa a sua discrição, o seu bastão é o emblema da sua força e da sua audácia. Ele sabe, ousa e cala-se. Sabe os segredos do futuro, ousa no presente e cala-se sobre o passado. Sabe das fraquezas do coração humano, ousa servir-se delas para fazer a sua obra, e cala-se sobre os seus projetos. Sabe a razão de todos os simbolismos e de todos os cultos, ousa praticá-los ou abster-se deles sem hipocrisia e sem impiedade, e cala-se sobre o dogma único da alta iniciação.
Sabe a existência e a natureza do grande agente mágico, ousa fazer os atos e pronunciar as palavras que o submetem `a vontade humana, e cala-se sobre os mistérios do grande arcano.

Por isso, podeis vê-lo muitas vezes triste, nunca abatido nem desesperado; muitas vezes perseguido, nunca abandonado nem vencido. Ele se lembra muitas vezes da viuvez e do assassinato de Orfeu, do exílio e da morte solitária de Moisés, do martírio dos profetas, das torturas de Apolônio, da cruz do Salvador; sabe em que abandono morreu Agripa, cuja memória ainda é caluniada; sabe a que fadigas sucumbiu o grande Paracelso, e tudo o que teve de sofrer Raimundo Lullo para, enfim, chegar a u'a morte sanguinolenta. Lembra-se de Swedenborg fazendo-se de louco ou mesmo perdendo a razão, a fim de fazer perdoar a sua ciência; de Saint-Martn, que se ocultou toda a sua vida; de Cagliostro, que morreu abandonado nos calabouços da Inquisição; de Cazotte, que subiu ao cadafalso. 


Sucessor de tantas vítimas, não ousa menos, mas compreende ainda mais a necessidade de calar-se. Imitemos o seu exemplo, aprendamos com perseverança; quando soubermos, ousemos e calemo-nos.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Restauração do Palácio Maçônico do Lavradio

Casarão construído para ser teatro guarda desenhos de mais de 180 anos.


RIO – Restauradores que trabalhavam na recuperação de salas do Palácio Maçônico, um prédio do século XIX, encontraram debaixo de várias camadas de tinta desenhos e pinturas que vão ajudar a contar a história do edifício, localizado na Rua do Lavradio, no Centro do Rio. O endereço abriga uma das primeiras sedes maçônicas no país e foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) em 1972 por causa da importância histórica da maçonaria na vida política brasileira do período imperial.

Durante a realização de prospecções estratigráficas – processo de restauração que consiste em investigar as camadas arquitetônicas de uma edificação -, as equipes acharam delicadas decorações, algumas com pinturas a têmpera, nos forros, paredes e colunas do salão que abriga o templo nobre. Em uma dessas colunas, que já foi “descascada” e restaurada, havia uma pintura em estilo art déco, que, acreditam os pesquisadores, foi feita na época em que o prédio ainda era um teatro em construção, há mais de 180 anos.

Também foram achados desenhos embaixo da escada de madeira do templo. Nas prospecções arquitetônicas feitas nas paredes da biblioteca, conta um relatório do Inepac, foi revelada “uma diversidade de técnicas construtivas que vão desde paredes em pedra até aquelas feitas com pau a pique, que, curiosamente, utilizam madeiras largas (tábuas) assentadas na diagonal e entaipadas com argamassas à base de cal.” Todo o material foi fotografado e será analisado por pesquisados do Inepac.

MUDANÇAS EM 1840

A história do casarão remonta ao início do século XIX, quando o artista português Vitor Porfirio Borja começou a construir no local um teatro, que abriria as portas para competir com o Teatro João Caetano, na Praça Tiradentes. Por falta de dinheiro, ele não conseguiu concluir o projeto, e o prédio acabou sendo vendido.

Na década de 1840, várias lojas maçônicas fluminenses se juntaram e resolveram formar a Companhia Glória do Lavradio para financiar a compra do imóvel, que acabou sofrendo adaptações para abrigar os templos da sociedade. Na fachada do prédio, em estilo neoclássico, há símbolos da maçonaria. Dentro, fica um museu maçônico, com quadros e esculturas.

OBRA DEIXARÁ REGISTRO

Apenas uma das 12 colunas do salão do palácio será restaurada e ficará exposta, para que os frequentadores admirem os desenhos. As outras serão pintadas.

É um procedimento natural quando não há recursos financeiros para fazer a recuperação de todo o bem: deixar janelas de prospecção. Fica ali um registro para, quando existir dinheiro, o trabalho ser retomado – diz Denise Mendes, diretora do Departamento do Patrimônio Cultural e Natural (DPCN) do Inepac.

A obra, iniciada em 2015, vem sendo custeada pela Maçonaria e executada pela empresa Jequitibá Restauro. Segundo o Inepac, apesar de o prédio necessitar de muitos reparos, como o conserto do telhado, por falta de recursos a Maçonaria só vai restaurar este ano a biblioteca e a sala principal.


O Globo

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Repúdio a Difamação e a Injúria

"O grande inimigo da verdade não é muito frequentemente a mentira (deliberada, controvertida e desonesta), mas o mito - persistente, persuasivo e não realista."
John F. Kennedy


Ninguém pode, por vaidade ou por presunção, julgar-se dono da verdade. Algumas pessoas e seitas que exploram a fé dos inocentes fazem acusações tendenciosas e absurdas tentando inutilmente denegrir a imagem da milenar Franco-Maçonaria Universal.

Já provamos desta ira "em nome de Deus" antes, quando vários irmãos e suas famílias foram queimados vivos nas fogueiras da Santa Inquisição, suas propriedades confiscadas e excomungados pela igreja, acusados de heresia, por lutarem a favor do povo.

Ao contrário deles, não inventamos curas nem operamos milagres, nem tiramos o pão que alimenta a família do pobre iludido trabalhador. Como num show, repleto de "marketing", eles fazem da fé um produto de sucesso, prometem a salvação, urram blasfêmias, ofensas e ameaças, baseados na ignorância absoluta, no fanatismo cego e na perversidade feroz, visando apenas a auto-promoção.

Nunca questionamos a existência de Deus. Existem vários exemplos da participação Maçônica em defesa dos povos em diversos fatos da História da Humanidade, a Maçonaria não costuma divulgar ou alardear seus feitos, porque achamos que, o que a mão direita doa, a esquerda não precisa saber, justamente para combater a vaidade. Mas, diante das calúnias, resolvemos, num ato isolado, desmentir os falsos profetas, verdadeiros lobos disfarçados de ovelhas, que agridem os seus semelhantes, zombando dos ensinamentos sagrados, usando em vão o Santo nome de Deus, o Grande Arquiteto do Universo.

Esperamos com isso, esclarecer as pessoas que ouvem coisas grosseiras e mentirosas sobre essa Augusta e Milenar Ordem que sempre contribuiu para o bem da Humanidade, e também alertar aos que a acusam levianamente sem ter conhecimento de causa.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Dez Chaves Para a Mestria Ativa

1. Ouça a sabedoria do seu corpo, que se expressa através de sinais de conforto e desconforto. Ao escolher um determinado comportamento, pergunte a seu corpo, "Como se sente a este respeito?" Se o seu corpo enviar um sinal de sofrimento físico ou emocional, cuidado. Se o sinal for de conforto e animação, siga em frente.


2. Viva no presente, pois é único momento que você tem. Fique atento ao aqui e agora; procure a plenitude de cada momento.
Aceite o que chega até você total e completamente, de modo que possa apreciar, aprender e deixar passar - seja o que for.
O presente é como deveria ser. Reflete leis infinitas da natureza que trouxeram a você até este exato pensamento, esta exata reação física. Este momento é o que é porque o universo é o que é, Não lute contra o infinito esquema das coisas; em vez disso, una-se a ele.


3. Aproveite algum tempo para ficar em silêncio, para meditar, acalmar o dialogo interior. Nos momentos de silêncio, perceba que está entrando em contato com sua fonte de pura consciência.
Preste atenção à sua vida interior para que possa ser guiado pela intuição e não por interpretações impostas externamente do que é bom ou não para você.


4. Renuncie à necessidade de aprovação externa. Você é o único juiz do seu valor, e o seu objetivo é descobrir um valor infinito em si próprio, não importa o que os outros pensem. Esta percepção traz grande liberdade.


5. Quando você se descobrir reagindo com raiva ou antagonismo a qualquer pessoa ou circunstância, acredite que só está lutando consigo mesmo. Resistir é resposta de defesas criadas por velhas mágoas. Ao renunciar à raiva, você estará se curando e cooperando como fluxo do universo.


6. Saiba que o mundo 'lá fora" reflete a sua realidade "aqui dentro". As pessoas contra as quais você reage mais fortemente, seja com amor ou ódio, são projeções do seu mundo interior.
O que mais você odeia é o que mais nega em si mesmo. Use o espelho dos seus relacionamentos para guiar sua revolução.
A meta é o autoconhecimento total. Quando consegui-lo, o que mais você deseja, estará automaticamente lá, e o que mais despreza, desaparecerá.


7. Livre-se do fardo do julgamento - você se sentirá muito mais leve. Julgar impõe rótulos de certo ou errado em situações que simplesmente são.
Tudo pode ser compreendido e perdoado, mas quando você julga, fecha as portas à compreensão e abandona a chance de aprender a amar. Ao julgar os outros, você reflete sua carência de auto aceitação.
Lembre-se de que toda pessoa que você perdoa é mais uma parcela somada a sua autoestima.


8. Não contamine seu corpo com toxinas, seja através de alimentos, bebidas ou emoções venenosas.
Seu corpo é mais do que um sistema de suporte à vida. É o veículo que o transportará em sua jornada rumo à evolução.
A saúde de cada célula contribui diretamente para o seu estado de bem-estar, porque cada célula é um minúsculo ponto de consciência dentro do campo de consciência que é você.


9. Substitua comportamento motivado pelo medo por comportamento motivado por amor. Medo é produto da memória, que reside no passado.
Ao relembrarmos o que nos magoou antes, dirigimos nossas energias para nos assegurarmos de que uma antiga mágoa não se repetirá.
Mas tentar impor o passado ao presente jamais afastará a ameaça de ser magoado outra vez. Isto só acontece quando você encontra a segurança de seu próprio ser, que é o amor.
Motivado pela verdade dentro de você será possível enfrentar qualquer ameaça porque sua força interior é invulnerável ao medo.


10. Compreenda que o mundo físico é apenas um espelho de uma inteligência mais profunda. A inteligência é o organismo invisível de toda matéria e energia, e, uma vez que uma porção desta inteligência reside em você, você compartilha o poder organizador do cosmos.


Por ser inseparavelmente ligado a tudo, você não pode se permitir prejudicar o ar e a água do planeta. Mas a um nível mais profundo, você também não pode se permitir viver com uma mente venenosa, porque todo o pensamento deixa uma impressão registrada no campo da inteligência.


Viver em equilíbrio e pureza é o bem mais elevado para você e para a Terra.

Deepak Chopra, M.D